Desde o início da partida, o Brasil mostrou que não estava com a mesma empolgação do jogo anterior, contra a Polônia. A equipe comandada pelo técnico Bernardinho não apresentou o mesmo nível de recepção e complicou o trabalho do levantador Bruno. Em contrapartida, Giba, capitão do time, mantia o time na frente. Com jogadas impressionantes, tanto na defesa quanto no ataque, ele fechou o primeiro set em um ace: 25-21.
Na segunda parcial, os erros brasileiro permaneceram. Um dos destaques do Brasil na competição, o oposto Vissotto, foi substituído por Theo, que entrou bem em quadra. Mas a substituição não foi o suficiente para a equipe apresentar uma melhora substancial. Mesmo assim, veio a vitória no set: 25-22, num ataque do meio-de-rede Rodrigão.
Os egípcios passaram a acreditar mais no jogo no terceiro set. Tamanho era o entusiasmo da equipe africana, que o placar chegou a apontar 6-1 contra o Brasil. O técnico Bernardinho pediu tempo e tentou passar mais tranqüilidade para os jogadores. Deu certo. O Brasil passou a jogar melhor e empatou: 6-6. No entanto, voltou a cometer erros, propiciando uma pequena vantagem para os adversários: 8-6. A diferença se manteve até o fim do set, quando os jogadores brasileiros fizeram prevalecer sua maior experiência. A virada veio no 21-20, e a vitória num erro de saque egípcio: 25-22.


